22 de agosto de 2011

Posted by Samuel Balbino | File under : ,

“Aquele que nos ama, e, pelo seu sangue, nos libertou dos nossos pecados, e nos constituiu reis e sacerdotes para o seu Deus e Pai,a ele a glória e o domínio pelos séculos dos séculos. Amém!” (Revelação 1.5,6).

Meditemos na grandeza e profundeza dos desígnios de Deus.

O livro da Revelação ou Apocalipse nos fornece toda a revelação de Deus ao homem. Nele é descrito toda a história da humanidade desde o seu começo até o último dia, culminando com o Grande Juízo Final e o triunfo da Igreja sobre todas as coisas.

É interessante notarmos que antes mesmos do mundo ser criado, o povo de Deus já era alvo dos seus desígnios. Quero que tiremos da mente a idéia de que estamos aqui jogados ao léu ou sem dono. Nós estamos cumprindo as determinações de Deus. Ele nos enviou a esta terra com propósitos. E em primeiro lugar é necessário saber que tudo isso é porque ele nos ama. Ora, por que Deus nos ama? Não sabemos explicar, ele apenas nos ama. Gosto de comparar isso como quando nos apaixonamos por alguém a primeira vista. Não sabemos explicar, nunca tínhamos visto a pessoa antes, mas do nada passamos a sentir um profundo desejo por ela. Semelhantemente Deus nos ama sem que nós tenhamos feito nada para merecermos o seu amor. Aliás, muito pelo contrário, fazemos coisas que nos direcionam somente à sua ira e sua indignação.

Mas é justamente nesse estado que o amor de Deus vem se manifestar através do seu “veículo”: a graça. É pela graça que recebemos o amor do Senhor em nossa vida. Foi pela graça que ele, sabendo da nossa condição e total incapacidade, nos libertou dos nossos pecados, os quais nos escravizavam. Todo ser humano por vezes se queixa de estar preso a alguma coisa, talvez um emprego enfadonho, uma responsabilidade da qual ele queria se vê livre, porém nem lhe passa pelo sentido que a pior escravidão que pode conhecer é justamente a que ele ignora. Desta escravidão os filhos de Deus são libertos na salvação. Eles foram mudados pelo poder soberano, regenerador e transformador da palavra. Não só foram mudados, perdoados e libertos, como também receberam destaque diante do Senhor, foram constituídos reis e sacerdotes. Reis, indicando o seu estado de autoridade e governo sobre a criação. Sacerdotes, mostrando assim a sua comunhão com o Soberano do Universo.

Alguns pensam: Não posso me considerar um rei e um sacerdote. A questão não é se podemos pensar assim ou não, a questão é que Deus nos vê assim. Se ele nos vê dessa forma, não podemos nos enxergar diferente. Mas sem esquecer que o final de tudo isso é a glorificação ao Senhor pelos séculos dos séculos.

Versículo para memorizar...
“Vós também, quais pedras vivas, sois edificados como casa espiritual para serdes sacerdócio santo, a fim de oferecerdes sacrifícios espirituais, aceitáveis a Deus por Jesus Cristo” (1ª Pedro 2.5).

Pr. Samuel

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