21 de novembro de 2011

Posted by Samuel Balbino | File under : , , ,

Esta é uma resposta a um comentário feito por uma irmã em um tópico iniciado por mim no forum da União de Blogueiros Evangélicos (UBE). Veja no link: Clike Aqui.

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Amado irmão, vejo que vc desconhece a vontade de Deus para sua vida. Postar que o dízimo não é bíblico parte do desconhecimento da palavra de Deus e do seu poder que em nós opera.

Irmã Lúcia, fiquei meio que consternado diante de sua falta de entendimento diante dos fatos bíblicos. O fato de eu não concordar com a obrigatoriedade do dízimo hoje não significa que eu desconheça a vontade de Deus para minha vida, se bem que nenhum de nós conhece 100% de tudo o que o Senhor reservou para nós, salvo o que já foi revelado nas Escrituras, quanto a isto posso afirmar com absoluta certeza que sei muito bem qual é a vontade de Deus. Agora, se sua colocação condiciona um cristão a só poder conhecer o que Deus tem para ele se esse cristão for um dizimista, me permita, mas quero ver as bases bíblicas para tal asseveração.

Acredito que você não tenha lido o artigo que eu escrevi e postei nesse tópico, peço encarecidamente que o leia, pois não afirmo em momento algum que o dízimo não é bíblico, para isso seria necessário que nem houvesse a palavra dízimo na Bíblia e eu seria um grande tolo ou herege caso tivesse escrito isso. O dízimo é bíblico, isto é, está na Bíblia, mas nem tudo o que está na Bíblia deve ser praticado hoje, ai é a questão de discernir a dispensação na qual estamos hoje, a graça de Deus, e o contexto no qual certas prescrições foram dadas na velha aliança.

E sobre o poder de Deus que opera em nós (Efésios 3.20) nada vemos  que relacione isso ao dízimo, que fique bem claro.

Saiba que quem promete as bênçãos não são os pastores ou lideres religiosos e sim o próprio Deus que cumpre todas as suas promessas, ainda que muitos a tenham por tardia.

 A que promessas você está se referindo? As de Malaquias 3.10? Se for irmã, peço que leia o contexto de tais promessas e veja que elas também são acompanhadas de maldição para quem não cumpre a ORDENANÇA do dízimo, porque naquele contexto era um mandamento e não uma “sugestão”. Ora Jesus encerrou  toda a maldição que era advinda da Lei, fazendo-se ele mesmo maldição em nosso lugar (Gálatas 3.13), o problema é que você não está discernindo isso amada, está sendo ensinada de forma errada acerca das Escrituras. Hoje nós já somos abençoados (Efésios 1.3) e todas as coisas que conduzem a vida e a piedade já nos foram doadas pelo conhecimento (2ª Pedro 1.3). Não precisamos hoje dar dízimos para recebermos bênçãos, isto é zombar da Graça de Deus, é querer fazer barganha com ele.

Como manter-se a casa de Deus? A bíblia fala de dízimos e ofertas. Certamente, as ofertas são voluntárias e estipuladas em seu coração, mas não o dízimo.

Quem mantém a casa de Deus é ele próprio, pois nós somos essa casa (Hebreus 3.6), a casa de Deus não é mais um prédio de 4 paredes, isso era na Antiga Aliança, o Senhor  fez questão até mesmo de destruir o antigo templo judeu para nos mostrar hoje que ele não habita em templos de pedra (Atos 17.24), mas em templos de carne, isto é, nós o seu povo (2ª Coríntios 6.16). O que precisa ser sustentado hoje é a pregação do evangelho e a ajuda aos necessitados e isso através das contribuições voluntárias. Como você bem disse, ofertas são voluntárias, mas dízimo não; concordo plenamente, e como não vemos nenhuma prescrição apostólica para dízimos fica bastante claro que ele não era exigido da Igreja e nem deve ser hoje.


Em 2ª Tm 3:16 está escrito que toda escritura é dada por Deus. Isto nos mostra que não podemos escolher apenas os trechos que nos convém.


O que você escreveu nada tem a ver com essa questão, pois não estou escolhendo prescrições para obedecer, a questão aqui é discernimento das alianças, o que a irmã não está fazendo infelizmente. Se você, usando esse argumento, pretende obedecer à prescrição do dízimo lamento te informar, mas você está fazendo errado, porque o dízimo referindo na Lei era alimentos não  dinheiro e era pra ser comido no templo pelos próprios dizimistas e repartido com os pobres e com os levitas, será que você tem feito assim e os irmãos em sua denominação? Creio que não. Dessa forma não sou eu que estou escolhendo o que quero obedecer, irmã. Se você quer seguir esse mandamento faça exatamente como está prescrito.  Leia o artigo completo que escrevi e confira as citações bíblicas, todas dentro do seu contexto, e peça ao Senhor que lhe dê discernimento espiritual.

Vale uma ultima observação. A palavra de DEUS não é uma prisão na qual você está preso sem poder de escolha. Pelo contrário, ela te libera para fazer e escolher fazer o que é certo. A bíblia não é uma prisão, mas é como uma cerca colocada antes de um precipício, que te protege da queda inevitável. Deus nunca nos "obrigou" a fazer qualquer coisa. Pelo contrário: desde o Éden, ele nos orienta e deixa a decisão por nossa conta. Saiba que em 1 Co 6:12 está escrito que podemos fazer todas as coisas mas nem todas são convenientes que sejam feitas.


Eu acho que entendi o que você quis dizer irmã, mas o dízimo mosaico não era uma questão de escolha (faço só se der vontade). Todas as 613 ordenanças da Lei eram pra ser cumpridas à risca, incluindo o dízimo. Caso alguém fosse rebelde desobedecendo ao mandamento, viria a punição, logo é algo obrigatório onde quem desobedece vai arcar com as consequências da desobediência, que no caso era a maldição – da qual hoje estamos libertos graças a Deus (Gálatas 3.13).

 Defender o não pagamento do dízimo é um equívoco da sua parte. É não crer que o Deus que é dono do ouro e da prata é capaz de nos abençoar com toda sorte de bênçãos.


A única pessoa equivocada aqui é você irmã, mas não te culpo por isso, culpo os seus “líderes” que te ensinaram errado, mas agora Deus está te dando o ensinamento correto através dessas palavras, e peço que seja humilde para meditá-las e reconhecê-las. Jesus não prescreveu dízimos a sua Igreja e muito menos os apóstolos, por isso até esse termo “pagamento” está errado, pois pagar significa que há uma dívida, e toda a nossa dívida já foi paga por Cristo na Cruz (Colossenses 2.14). Eu não posso pagar nada a Deus, nem poderia, pois sou incapaz, por isso Veio Jesus e já pagou por mim.

Saiba que no dia em que você liberar o seu coração para dizimar verdadeiramente você estará convertido a Deus.

Desculpe irmã, mas  a sua afirmação é preocupante além de ser profundamente herética. Quer dizer que o modo de sabermos se uma pessoa é ou não convertida a Jesus é sabendo se ela dizima ou não. Quer dizer que não importa que ela tenha nascido de novo, que tenha recebido o Espírito Santo, e que por isso viva constantemente buscando santificação se separando do pecado, amando e servindo a Deus em novidade de Vida, se ela não dizima tudo isso não serve de nada! Irmã, oro pra que Deus te LIBERTE dessa fortaleza que está em sua mente.

Porque quando o nosso bolso está liberado Deus ABRE as janelas do céu com toda sorte de bênçãos. Você já abriu uma janela por fora? Porta nós podemos abrir por dentro e por fora, mas janela somente por dentro. Abra seu coração para Deus e deixe que Deus abra as janelas do céu para você. A paz do Senhor para ti.

Irmã sua afirmação é simplesmente ridícula! Suas palavras lembram as do vendedor de indulgências do século XVI Johan Tetzel, que dizia: “Quando uma moeda cai em minha sacola uma alma sai do purgatório e entra no paraíso!” Guardada as devidas proporções você afirma que quando damos dinheiro, somos abençoados, é praticamente a mesma coisa que a Igreja Católica dizia no período medieval e que levou Lutero a se insurgir contra todo aquele sistema maligno que imperava. Hoje esse sistema maligno está de volta em movimentos como o que você deve fazer parte, onde os líderes estão amedrontando as pobres ovelhas de Jesus colocando jugos e imposições que beneficiam unicamente eles próprios.

Meu coração já foi aberto, não por mim, mas pelo próprio Deus, e as janelas do céu já me foram escancaradas em Cristo, não pelo que o dou financeiramente, mas pela exclusiva graça de Deus.

Encerro meu comentário dizendo que não existe prescrição de dízimos para a Igreja hoje. O que pode ser feito é um propósito pessoal e espontâneo de cada um. Isto se baseia nos atos de Abraão e Jacó que dizimaram por gratidão e não por obrigação (ao contrário da Lei que obriga). Ninguém é obrigado a contribuir com valor algum na Nova dispensação, isso deve ser feito pela liberalidade de cada pessoa seja com 10%, 15%, 5%, 2% e etc. Segundo o que tiver proposto no coração.

Acompanhe meu blog irmã, você e muitos aqui estão precisando conhecer o evangelho puro e simples.


Pb. Samuel Balbino


20 de novembro de 2011

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Um ótimo vídeo sarcástico sobre aqueles que combatem a fé Reformada e a pureza do Evangelho.




1 de novembro de 2011

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Cena do Filme Luthero
Esta pergunta exige o máximo da nossa atenção. Para tratar desse assunto é preciso o máximo de zelo e sinceridade. Quando nos referimos à Reforma estamos falando do evento mais importante da Igreja após a vinda de Cristo evidentemente. Estamos descobrindo um véu negro e robusto que encobria a beleza e singeleza da noiva do cordeiro de Deus e a ofuscava. Foram homens corajosos os que retiraram esse véu. Sim, foram aqueles desprovidos de suas próprias vaidades que abandonaram o conforto do qual poderiam ter partilhado para se entremearem por uma via tão dolorosa e incerta, confiando apenas na provisão e na garantia de que não seriam abandonados por aquele ao qual dedicaram suas vidas até o fim. A Reforma foi feita por homens com estes predicados.

Quando o apóstolo Paulo escreve a Timóteo ele diz:

“Mas o Espírito expressamente diz que em tempos posteriores alguns apostatarão da fé, dando ouvidos a espíritos enganadores, e a doutrinas de demônios, pela hipocrisia de homens que falam mentiras e têm a sua própria consciência cauterizada, proibindo o casamento...” (1ª Timóteo 4.1-3a).

Esta apostasia ao qual o principal dos pecadores se refere é precisamente o período no qual a Igreja, estando destituída dos seus apóstolos e profetas, passou a dar ouvidos a muitos espíritos diferentes e a receber uma mensagem totalmente contrária a que havia recebido antes. Foram espíritos enganadores e doutrinas de demônios que adentraram o corpo de Cristo na Terra. Perceba que a descrição feita pelo apóstolo acerca dessa tal apostasia se encaixa perfeitamente com o sistema Romano que corrompeu a Igreja após o ano 325 D.C. Sendo um sistema antibíblico, mentiroso e herético o que hoje conhecemos como Catolicismo Romano, não precisamos pensar muito para juntar as peças e comprovar que de fato o romanismo é um emaranhado de enganação e de doutrinas demoníacas.

Jesus não veio criar um governo político, entretanto os católicos possuem um país, o vaticano em Roma. Veneram um homem que consideram ser o vicarius christ (substituto de Cristo) sendo que é o Espírito Santo que veio assumir o seu lugar como consolador. Também não veio fornecer meio de enriquecimento aos que pregam o evangelho, porém o Vaticano está coberto de ouro e luxo, da entrada à saída, sem contar as regalias das quais desfrutam os bispos, cardeais e o próprio papa, os integrantes de uma escala hierárquica que não encontra respaldo bíblico algum. Cristo também não veio conceder autoridade que vá além a dele mesmo, como por exemplo, a de conceder o poder de intercessão a outrem, uma vez que somente ele é o mediador e intercessor entre o homem e Deus. Cristo não rendeu honras e glória a ninguém mais senão seu Pai (e nosso também), os católicos, por sua vez, não só cultuam a virgem Maria como criaram todo um panteão de pseudas divindades a quem fazem pedidos e esperam mediação. Afora todas estas aberrações, no período medieval o poder subjulgador da “Igreja” regeu nações como mão de ferro, impondo suas vontades e explorando os pobres e símplices, tanto na esfera física com impostos e arrecadações, como na espiritual, tirando-lhes o direito de conhecerem a Deus e sua Palavra, proibindo a leitura e tradução da Bíblia, impedindo assim o seu acesso a quem desejasse conhecê-la e estudá-la.

No século XVI com o argumento de se construir a basílica de São Pedro o papa ordena que se façam indulgências com o fim de arrecadar o máximo possível em dinheiro. Ora, com o tanto de terras que possuía a “Igreja” e impostos e bens, qual era a necessidade de mais dinheiro? Esse foi o ponto no qual a Reforma explodiu. Nesse instante Deus, que há muito já vinha brilhando sua luz na mente de homens notáveis e de coração sincero como Huss e Wyclife, agora desperta um jovem monge agostiniano para as atrocidades que estavam demolindo aquela que antes foi chamada de “esposa sem mancha e nem ruga”, mas que no momento se encontrava desprovida de beleza e castidade. A “Igreja” estava violentamente prostituída pelo pecado, pela ganância dos homens, pela sede de poder. Não se pode conseguir tudo isso sem falsas doutrinas, sem mandamentos humanos e sem a tradição supersticiosa que diz não ser suficiente as Escrituras e sua autoridade. Martinho Luthero enxergou com olhos iluminados todo o desvirtuamento daqueles que se auto-intitulavam os representantes de Cristo no mundo. E esta iluminação não o permitiu continuar indiferente.

A Reforma, ao contrário do que alguns dizem, não foi a construção de uma nova “igreja”. Quando fazemos uma reforma em nossa casa podemos proceder de dois modos diferentes. 1) Restaurar aquilo que com o passar o tempo e a exposição aos elementos da natureza acabaram se deteriorando, por exemplo, a pintura que desbotou, as paredes que racharam, o piso que perdeu o brilho, e etc. 2) Derrubando o que já existia e construindo algo totalmente diferente. A Reforma que celebramos tem tudo a ver com a primeira opção. Luthero não queria edificar uma nova “igreja” Porque ninguém pode lançar outro fundamento, além do que já está posto, o qual é Jesus Cristo (1ª Coríntios 3.11). Ele queria que este fundamento voltasse a ser pregado como no princípio. Houve uma restauração, isto é, lançou-se fora aquilo que era meramente humano e corrosivo e se trouxe de volta o que é imprescindível e urgente. Não pensemos que esse rompimento tenha sido da noite para o dia ou que tenha sido fácil. Imagine você de uma hora para outra descobrir que tudo aquilo em que acredita não passa de uma grande mentira. E isso ficou ainda mais notório para o pobre e devoto monge quando de viajem à Roma. Aqueles que ele acreditava serem símbolos de pureza e castidade tinham até mesmo prostituas especializadas em clero ao seu dispor. Imaginar que não poderia ver uma das “sagradas relíquias” sem antes depositar uma generosa contribuição. O comércio de imagens que corria solto nos arredores da cidade cristã e a hipocrisia com que o alto escalão tratava os fiéis. Creio que ele se sentiu revivendo a época em que Jesus confrontava os fariseus. Sua alma se revoltou contra tudo isso, e agora comemoramos 494 anos desde então.

Hoje vivemos em dias de apostasia ainda maiores. Maiores porque não estamos falando mais da igreja romana (apóstata por natureza) e sim daquela que no começo sustentou o estandarte da Reforma. A única e perfeita Igreja de Cristo na terra, a qual são todos aqueles que sustentam a fé protestante e reformada. Muitos desistiram de continuar se reformando. Saíram dos arraiais santos e se foram criar novidades, não satisfeitos com simplicidade e pureza devidas a Cristo. Criaram novas revelações, escreveram novas “Bíblias”, nomearam homens como profetas e apóstolos mesmo não tendo autoridade alguma para fazerem isso, destruíram a harmonia e a racionalidade do culto, tornando uma verdadeira bagunça de algaravias, gritos, pulos e catarse. Voltaram às práticas de indulgências do período medieval, só que de maneira sofisticada, passaram a negligenciar a pregação do Evangelho pela busca de prosperidade e ascensão pessoal. Fala-se em “VITÓRIA EM CRISTO” e não mais na “VITÓRIA DE CRISTO”. Passou-se a exigir das pessoas contribuições exorbitantes em troca de bênçãos e com a única finalidade de custear os gastos supérfluos de líderes que se consideram “dignos do seu salário”. Voltou a se construir “templos suntuosos” de causar admiração pela arquitetura e pelo luxo, nem parece que ali se fala de um tal carpinteiro que nem tinha onde reclinar a cabeça. Precisamos de uma Nova Reforma.

A Reforma foi o momento de Deus no qual ele mesmo através de seu Santo Espírito guiou homens e mulheres para atentaram as coisas que estavam escritas e para aplicá-las corretamente ao viver humano. Isso não parou ainda. Do mesmo modo que precisamos todos os dias nos alimentar, assim também precisamos todos os dias nos reformar. A Reforma agora é mais um dos alimentos da Igreja. Sem Reforma, ela se desvirtua, se desgarra do caminho, dá ouvidos aos Lobos e ladrões.

Há um pequeno rebanho incumbido de continuar essa Reforma. Estão espalhados em vários lugares da terra. São das mais diversas línguas, raças e condições sociais. Alguns muito cultos e eruditos, outros simples e até analfabetos, mas todos tem algo em comum: Acreditam numa Reforma! Acreditam que do modo que está não pode continuar. Que a bagunça feita por certos indivíduos tem que ser arrumada, mas não sem antes denunciar os responsáveis. Não sem antes apontar o dedo na cara dos hereges que não cessam de perverter o caminho do Senhor e impedir que os pecadores recebam sua Graça. Talvez alguns digam que é inútil uma Nova Reforma agora, que já está tudo muito deteriorado, que não vai adiantar começar a “pregar certo” de agora em diante. Errado! Devemos voltar o quanto antes para os princípios Reformadores. Devemos abandonar o mais rápido possível as heresias destruidoras e abraçar o evangelho. É verdade que não vamos acabar com as seitas, com os exploradores, é importante que eles continuem para que no final recebam por suas obras.  Mas a pregação pura e sadia tem que existir, para que possamos fazer a diferença entre o que é santo e o que é maligno, entre os que são Igreja e entre os que são sinagoga de satanás, entre os eleitos e os réprobos.

Graças a Deus o número de pessoas iluminadas está crescendo. Agora mesmo enquanto escrevo esse texto há pessoas ao redor do mundo que estão despertando do sono da ignorância e enxergando a verdade cristalina das Escrituras. Podemos ser poucos, estamos em lugares isolados, às vezes sem nem conhecermos uns aos outros, porém a verdade que nos une ultrapassa todas as limitações e barreiras geográficas ou linguísticas. Um reformado brasileiro ou um alemão ou mesmo um suíço estão ligados à mesma mensagem protestante que ecoa pelo mundo rejeitando as mentiras do catolicismo e os sofismas dos que estiverem em nosso meio e saíram para sua própria perdição. Uma Igreja Reformada, e constantemente se reformando. Uma Igreja bíblica e cristocêntrica, firmada nos valores espirituais do Cristianismo do primeiro século e que se esvazia de si mesma para se preencher de JESUS, que glorifica a Deus e humilha ao homem, que tem na Bíblia a sua única regra de Fé, que se prostra diante da soberania ao invés de se auto-inflar com livre arbítrio, que reconhece o preço que já foi pago e não fica tentando pagá-lo de novo com esforços humanos e dinheiro, uma igreja que é de fato católica (universal), apostólica (fundamentada no ensino dos apóstolos) e humana.

Sola Gratia, Sola Fide, Sola Scriptura, Solu Christus, Soli Deo Gloria!
Pr. Samuel Balbino